116moveisdevalor.com.br Natuzzi: quando o sofá deixa de ser produto e vira linguagem MV Luxury No universo do mobiliário, poucos objetos concentram tanta carga simbólica quanto o sofá. Ele é o centro da casa contemporânea, o ponto de encontro da convivência, do descanso, da pausa e da reconexão. Mais do que um móvel, tornou-se um território emocional, onde a vida cotidiana acontece. Ao longo de décadas, a Natuzzi compreendeu isso antes de muitos. Seu diferencial nunca esteve apenas na escala industrial, na excelência do couro ou na sofisticação do desenho, mas na capacidade de traduzir valores humanos em estofados. É exatamente nesse ponto que a Natuzzi deixa de ser apenas uma marca e se consolida como ícone global do segmento. O SOFÁ COMO EXTENSÃO DA CULTURA MEDITERRÂNEA A raiz conceitual da Natuzzi está profundamente conectada ao sul da Itália, à região da Apúlia. Ali, o morar nunca foi funcionalista. É relacional. Casas são espaços de encontro, refeições se estendem, conversas não têm hora para acabar e o tempo desacelera. Essa visão moldou o DNA da empresa desde sua origem, em 1959, quando Pasquale Natuzzi iniciou sua trajetória artesanal na produção de estofados em couro. E permanece viva em cada coleção: • Formas que acolhem, • Volumes que convidam à permanência, • Materiais que estimulam o toque e o conforto sensorial. Para a Natuzzi, o sofá nunca foi um objeto estático. Ele é cenário de vida. DO ARTESANATO LOCAL AO PROTAGONISMO GLOBAL O que nasceu como um pequeno ateliê artesanal evoluiu para um dos maiores e mais respeitados grupos de estofados do mundo. A expansão internacional, iniciada ainda nos anos 1970, levou o design italiano para mercados exigentes e culturalmente diversos. O marco simbólico dessa trajetória ocorreu em
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