26 moveisdevalor.com.br racionalidade, a emoção segue central. O consumidor busca móveis que transmitam acolhimento, prazer visual e bem-estar. Texturas, cores, volumes e iluminação tornam-se elementos decisivos na percepção de valor, independentemente da faixa de preço. O luxo, nesse contexto, deixa de ser sinônimo de ostentação e passa a ser associado à experiência sensorial, ao conforto e à sensação de pertencimento ao espaço. PORTFÓLIO MAIS ENXUTO, MAIS ESTRATÉGICO Esses movimentos também redefinem o papel do varejo físico. A loja deixa de ser apenas um ponto de exposição e passa a funcionar como mediadora de escolhas, ajudando o consumidor a compreender o que faz sentido para sua casa e seu momento de vida. Ambientes mais intencionais, narrativas claras e uma experiência de compra menos transacional tornam-se diferenciais competitivos relevantes. APOIO TÉCNICO E NARRATIVA FORTALECEM A PARCERIA Por fim, a leitura mais cautelosa da demanda impõe uma revisão estrutural das políticas de estoque. Comprar em excesso, apostar em volumes sem lastro claro de demanda ou replicar modelos antigos de sortimento aumenta o risco financeiro e operacional. O estoque deixa de ser apenas um tema logístico e passa a ser uma decisão estratégica, diretamente conectada à compreensão do novo consumidor. SUSTENTABILIDADE CONCRETA, NÃO RETÓRICA O mercado brasileiro de móveis não está diante de uma simples mudança de gosto, mas de uma transição estrutural. O consumidor quer menos ruído, mais sentido; menos padrão, mais identidade; menos impulso, mais propósito. Menos opções dispersas, mais clareza de aplicação e posicionamento Fornecedor que orienta o desenvolvimento deixa de ser commodity Rastreabilidade e eficiência material ganham peso nas escolhas VAREJO
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