Móveis de Valor - Edição 253

35 moveisdevalor.com.br US$ 3,7 milhões; de Israel, que aumentou em 249%, na faixa de US$ 1,2 milhão, e do Congo, que em 2024 adquiriu US$ 199 mil e ano passado contabilizou quase US$ 1,9 milhão, alta de 851% - todos com base de comparação muito baixa. Destinos tradicionais do Brasil, como o Reino Unido, Peru e a Bolívia, que costumeiramente aparecem no grupo dos 20 principais mercados compradores de móveis com volumes encorpados, desta vez decepcionaram ao apresentarem recuos de 16,3%, 28,6% e 20,9%, nessa ordem. Pelo terceiro ano seguido, Santa Catarina não consegue sair da faixa de US$ 260 milhões exportados. Em 2025, foram US$ 263,6 milhões, 1,7% acima do ano anterior, insuficiente para manter a liderança nos embarques brasileiros. A vaga foi ocupada pelo Rio Grande do Sul, com US$ 264,7 milhões, mesmo tendo desempenho 2,8% inferior ao de 2024. O que pesou em SC foram os US$ 103,5 milhões que vendeu para os EUA (-12% sobre 2024). Campeã absoluta de vendas para os EUA, São Bento do Sul registrou o menor desempenho em uma década, com exportações de apenas US$ 36,9 milhões, US$ 8,4 milhões a menos em relação ao ano anterior – queda de 18,6%. Para se ter ideia desse tombo, a média anual de embarques para o mercado norteamericano entre 2016 e 2024 situou-se em US$ 64,1 milhões. IMPORTAÇÕES As importações da China não param de bater recorde. Em 2025, o volume foi de US$ 448,3 milhões, alta de 7,1% sobre o ano anterior – foram quase US$ 30 milhões a mais. Para se ter ideia dessa grandeza, a média das compras chinesas entre 2016 e 2024 é de US$ 289,2 milhões. A participação do país bateu em 47,1% sobre o total, praticamente repetindo o mesmo índice do ano anterior – o recorde da década 2016-2025 Cleomar Prunzel, presidente da AHK-RS - Câmara de Comércio Brasil-Alemanha

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