Móveis de Valor - Edição 254

34 moveisdevalor.com.br um desafio significativo. Para ele, há a necessidade de encontrar transportadoras capazes de atender todo o território nacional, com qualidade na entrega e preços competitivos. “Em grandes centros urbanos, a operação se torna ainda mais complexa. Móveis de médio e grande porte frequentemente enfrentam dificuldades de descarga, por exemplo”. O fundador da Sisfrete também observa que a mão de obra é um dos maiores entraves de toda a cadeia logística. A demanda por profissionais capacitados em transporte, manuseio e montagem aumentou, mas a oferta não acompanha essa expansão. Quando as embalagens não possuem reforços adequados, como cantoneiras e proteções estruturais, pequenos impactos durante o transporte podem causar danos. Em um ambiente de comércio eletrônico, onde o consumidor possui direito de devolução, essas avarias geram custos adicionais e impactam diretamente a rentabilidade da operação. Logo, investimentos em capacitação técnica, padronização de processos e uso de tecnologia para rastreabilidade e controle das operações são caminhos importantes para melhorar a eficiência da cadeia. EXPECTATIVAS PARA OS PRÓXIMOS ANOS A perspectiva para os próximos meses é de continuidade na evolução desse mercado, embora em ritmo menor. Com o consumidor cada vez mais atento ao valor agregado das soluções para o lar, a integração entre planejamento, montagem e acabamento tende a se consolidar como um diferencial competitivo na cadeia moveleira. O avanço indica que a competitividade estará cada vez mais ligada à capacidade de integrar produção, logística e experiência do consumidor de forma eficiente. Em 2026, empresas que conseguirem digitalizar sua cadeia logística, reduzir perdas invisíveis e profissionalizar as etapas de transporte e montagem terão vantagem competitiva no mercado. Personalização e design impulsionam a demanda por móveis planejados MERCADO

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