8 MÓVEIS DE VALOR NORTE E NORDESTE Crédito: Sertão Play para ML Comunicação Depois de janeiro ainda positivo, com alta de 0,8%, o setor entrou em trajetória de queda contínua ao longo do ano. A partir de março, as perdas se aprofundam mês a mês, chegando ao pior momento em agosto, com retração de 4,7%. De setembro a dezembro há uma leve estabilização, mas fechou o ano com queda próxima de 4% no volume. O consumidor está mais seletivo, mais cauteloso e comprando menos móveis. E isso muda completamente a lógica de 2026: não será um ano de repasse, será um ano de disputa por volume. NOTAS SEBRAE-BA PROMOVE EVENTO DA MARCENARIA SOBRE REFORMA TRIBUTÁRIA CASAS BAHIA AMPLIA PREJUÍZO NO 1º TRIMESTRE E FECHA 21 LOJAS VAREJO DE MÓVEIS EM 2025 MOSTRA UM ANO NEGATIVO EM VOLUME O Sebrae-BA e a Associação de Marceneiros do Sul da Bahia (AMSB) realizaram um seminário sobre como a Reforma Tributária afeta o setor de marcenaria, no dia 17 de março, na sede do Sebrae em Itabuna. O objetivo foi apresentar um panorama detalhado da situação atual, incluindo os impostos pagos por profissionais enquadrados como MEI, micro ou pequenas empresas, além das obrigações tributárias vigentes. A alternativa também ajudou a preparar o setor para os efeitos das alterações, que vão além da carga tributária e envolvem o surgimento de novas obrigações fiscais. A Casas Bahia elevou seu prejuízo líquido para R$ 408 milhões no primeiro trimestre, contra perda de R$ 261 milhões no mesmo período do ano passado, apesar de um desempenho operacional positivo. Dentro da estratégia da companhia, a varejista fechou 21 lojas em abril, informou o diretor financeiro da Casas Bahia, Elcio Ito, após a abertura de uma unidade nos primeiros três meses de 2025. Quanto ao encerramento de lojas, Ito disse que podem acontecer mais fechamentos, mas as decisões serão avaliadas caso a caso. Dados da CNDL em parceria com o SPC Brasil mostram que 84,7% dos consumidores negativados em dezembro de 2025 já haviam passado pelo cadastro nos 12 meses anteriores. Pior: dois terços ainda não tinham quitado dívidas antigas quando voltaram a ficar inadimplentes. Em média, o intervalo entre uma dívida e outra foi de apenas 70 dias. Para o setor de móveis, altamente dependente de parcelamento, o alerta é direto: vender sem critério de crédito não é estratégia de crescimento — é risco financeiro. Em 2026, gestão de risco será tão importante quanto volume de vendas. INADIMPLÊNCIA REINCIDENTE ATINGE 84,7% E PREOCUPA O CRÉDITO
RkJQdWJsaXNoZXIy MzE5MzYz