Móveis de Valor - Edição 256

28 moveisdevalor.com.br O QUE ENTRA NESSE NOVO MIX As lojas mais evoluídas já trabalham com um portfólio expandido: Roupa de cama premium; Aromaterapia e difusores; Iluminação para relaxamento; Bases ajustáveis; Protetores e toppers; Produtos de bem-estar (sono, postura, relaxamento). Esse movimento segue uma lógica simples: Se o cliente vai comprar isso em algum lugar, por que não comprar ali? MOVIMENTO INICIAL E CRESCENTE NO BRASIL No Brasil, o modelo ainda está em construção, mas já há sinais claros. A Sleep House (São Paulo), por exemplo, já trabalha com um portfólio que inclui acessórios, bases e produtos complementares ao descanso. Outras operações mais nichadas, como a Sleep Shop (Porto Alegre), posicionam-se explicitamente como lojas de “produtos para o sono”, indo além do colchão tradicional. O varejo que vende sono, vende além de colchão Durante décadas, o varejo de colchões operou sob uma lógica simples: vender o produto principal e, no máximo, um travesseiro complementar. Mas esse modelo está ficando para trás. O que cresce no Brasil e, principalmente no exterior, é a ideia de “ecossistema do sono”. Ou seja, transformar a loja em um espaço que resolve o problema completo do consumidor: dormir melhor. E isso muda tudo. MAIS MIX, MAIS MARGEM A ampliação do portfólio não é apenas estética ou conceitual. Ela tem impacto direto no resultado. Quando a loja trabalha com categorias complementares, ela aumenta o ticket médio; melhora a rentabilidade por venda; reduz a dependência de promoções de colchão; cria mais argumentos para o vendedor; em vez de vender “um colchão”, passa a vender “uma solução de sono”. LOJAS COM ITENS COMPLEMENTARES ELEVAM TICKET MÉDIO AO TRANSFORMAR PRODUTO EM EXPERIÊNCIA, CONCEITO DE “ECOSSISTEMA DO SONO” QUE GANHA FORÇA E REPOSICIONA O PONTO DE VENDA ESPECIAL COLCHÕES Por Ari Bruno Lorandi, CEO da Móveis de Valor

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