8 moveisdevalor.com.br BERLANDA INVESTE R$ 100 MI EM EXPANSÃO E PREVÊ FATURAMENTO BILIONÁRIO A empresa prevê faturar R$ 1 bilhão em 2026, ano em que completa 35 anos, e investirá cerca de R$ 100 milhões em expansão e modernização. Os recursos serão destinados à abertura de lojas, ampliação industrial, transformação digital, frota, distribuição e estrutura administrativa. Com mais de 200 unidades em 150 municípios de Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul, o grupo mantém três fábricas, incluindo a Berflex, de colchões, espumas e estofados, que também exporta. A estratégia combina crescimento no varejo, fortalecimento da indústria e expansão para novos mercados. MARABRAZ TAMBÉM PROTOCOLA PEDIDO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL A Marabraz, a exemplo da Casas Bahia, também protocolou pedido de recuperação judicial, envolvendo cinco empresas e passivos de cerca de R$ 140 milhões. A rede atribui as dificuldades à combinação de juros elevados, retração do consumo e conflitos societários e familiares, que teriam prejudicado o acesso a novas linhas de crédito. A companhia afirma que pretende manter as operações normalmente, preservando lojas, empregos e relações com fornecedores. O caso reforça a pressão do cenário econômico sobre o varejo, mas evidencia fatores internos específicos da empresa. PIX GANHA ESPAÇO NO E-COMMERCE E PODE REDUZIR ABANDONO DE COMPRAS Segundo a Confi Neotrust, o comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 254 bilhões no segundo semestre de 2026, alta de 20%. Ao mesmo tempo, 67% dos consumidores afirmam já ter desistido de uma compra por problemas nos canais digitais. Soluções como o Pix Biométrico buscam simplificar o checkout e reduzir etapas. Na Pagsmile, o Pix respondeu por 75% do volume transacionado entre janeiro de 2025 e julho de 2026. Para o varejo de móveis e colchões, facilitar o pagamento pode ser decisivo para transformar intenção em venda. VAREJO FICA MAIS DIGITAL, MAS TAMBÉM FICA MAIS EXPOSTO AOS CIBERATAQUES Levantamento da Kaspersky mostra que incidentes e vazamentos mais que dobraram em três anos, com 8,25% das empresas de varejo e e-commerce analisadas atingidas por ransomware em 2025 e 6,7 milhões de ataques de phishing identificados. A ameaça também chega pela cadeia de fornecedores, envolvida em 30% dos ataques ao setor. Para lojas de móveis e colchões, que concentram dados de clientes e dependem de sistemas de pagamento, gestão e logística, o avanço da digitalização exige reforço na segurança, treinamento de equipes e controle sobre parceiros conectados à operação. PONTO DE VENDA
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