22 moveisdevalor.com.br O quarto como refúgio da rotina O quarto do futuro já mudou, impulsionado pela busca por bem-estar, qualidade do sono e ambientes que acompanhem as transformações no modo de morar ESPECIAL Como sabemos, o comportamento do consumidor na sociedade tem forte influência no morar e não é diferente quando falamos sobre os quartos, que se transformam em espaços de descompressão; com a qualidade do sono no topo das preocupações; com todo o entorno da cama e a parte sensorial do ambiente. Logo, a ideia central é ter um local para descansar, efetivamente, depois de um dia intenso de trabalho, informações, acesso às telas e contato com outras pessoas. Essa parece uma ideia sobre o futuro do morar. Mas, parafraseando a música de vinheta de final de ano, ‘o futuro já começou’, por isso, a indústria moveleira precisa estar atenta aos movimentos relacionados ao morar. “A gente precisa se perguntar: o que está acontecendo hoje? O envelhecimento populacional já chegou ao Brasil, as pessoas não estão mais se casando como antigamente, os avós ajudam a cuidar dos netos e os jovens estão com menos dinheiro. Todos esses fatores devem ser levados em consideração”, observa a futurista, palestrante e cofundadora do Clube Aladas, Andrea Bisker. Segundo ela, tudo isso leva ao aumento das casas multigeracionais, ou seja, uma mesma habitação reunindo, pais, filhos e netos – assunto já tratado na Móveis de Valor há alguns anos. “Precisamos entender que queremos casas de longa duração, com móveis que se transformam, paredes que se alteram e elementos que vão se adaptando ao movimento dos moradores e ao envelhecimento deles”, explica Andrea. Andrea Bisker traz argumentos que nos fazem pensar sobre todas as interações que existem Por Natalia Concentino, jornalista
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