46 MÓVEIS DE VALOR NORTE E NORDESTE soas, são as pessoas que contratam e são contratadas, que fazem produtos, que criam processos, que sonham, planejam e executam”, inicia Débora Irie. Resumindo, a dimensão social do ESG engloba as relações da empresa com seus colaboradores, fornecedores, clientes e a comunidade em geral. “Analisar o aspecto social ‘para dentro’ da organização, ou seja, o ambiente de trabalho e o bem-estar dos colaboradores, é o primeiro passo para mitigar riscos significativos que podem impactar diretamente a lucratividade”, destaca a especialista. Débora apresenta dados sobre o faturamento das indústrias. “Como responsável técnica de ESG do Instituto Impulso, gostaria de dizer que, ao compararmos os números de faRISCOS SOCIAIS PODEM AFETAR A LUCRATIVIDADE NA INDÚSTRIA Agora é a vez de tratar sobre o “S” da sigla ESG, e compreender sua importância para o bem-estar dos funcionários e do desenvolvimento da empresa Por Natalia Concentino, jornalista Nessa edição voltamos o nosso olhar para o “S” da sigla ESG, que trata sobre o aspecto social desse conceito. Quando falamos sobre ESG temos a impressão de que se trata apenas de um conjunto de ações de sustentabilidade que podem melhorar a cultura organizacional de uma empresa, mas a parte social é extremamente importante e, também, afeta a lucratividade de uma indústria. Então, Débora Irie, especialista em ESG, partner da GPTW (Great Place to Work) e responsável técnica de ESG do Instituto Impulso, explica em detalhes sobre como isso interfere na indústria moveleira. “Os riscos sociais estão diretamente relacionados a pessoas. Sempre é bom destacar que o resultado das empresas vem por meio das pes-
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