Móveis de Valor - Edição 256

50 moveisdevalor.com.br DESTAQUE DE CAPA Mais de seis décadas com olhos na qualidade e no futuro Estão sendo completados 64 anos no mercado, e o olhar continua para o futuro. A Colchões Castor, reconhecida pelos brasileiros pela qualidade, segue construindo um legado baseado em aprimoramento de tecnologias, estudos e inovações, a fim de entregar sempre o melhor produto. Nos últimos anos, um dos principais focos têm sido a sustentabilidade, por isso a empresa está constantemente em busca de materiais renováveis de alta tecnologia, além de ter conquistado importantes certificações, como a Carbon Free e a adesão ao Pacto Global da ONU. Todos esses fatores fazem com que a marca se destaque em um mercado muito concorrido, como é o de colchões no Brasil. Helio Antonio Silva, CEO da Colchões Castor, acredita que a empresa se diferencia, principalmente, pelo controle de qualidade e escolha de matérias-primas, priorizando materiais de maior desempenho e durabilidade. Também faz questão de lembrar que a empresa não usa EPS em colchões. E enfatiza um diferencial: “Nós somos os únicos no Brasil autorizados a utilizar a marca Pocket, levando ao consumidor colchões que chegam a 230 molas por metro quadrado, o maior volume no mercado nacional”, acrescenta o CEO. Por sinal, o controle de qualidade da Castor sobre as matérias-primas e tecnologia é especialmente rigoroso. “A Castor possui laboratórios próprios em suas unidades, onde são realizados testes contínuos, desde a matéria-prima até o produto final. Todos os colchões contam com certificações como o Pró-Espuma e o selo do INMETRO, garantindo conformidade com normas técnicas e padrões elevados de desempenho”, enfatiza Helio Antonio. COM 64 ANOS DE HISTÓRIA, A COLCHÕES CASTOR INTENSIFICA SUA ATUAÇÃO NO MERCADO BRASILEIRO AO INVESTIR EM TECNOLOGIA, CONTROLE RIGOROSO DE QUALIDADE E INOVAÇÃO CONTÍNUA A SUSTENTABILIDADE PASSOU A SER FOCO NA ESTRATÉGIA DA MARCA, EXEMPLO NA LINHA GREEN STAR®, QUE ALIA DESEMPENHO, MATERIAIS BIODEGRADÁVEIS E COMPROMISSO COM PRÁTICAS ESG Por Natalia Concentino, jornalista

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