100moveisdevalor.com.br BED REPORT É hora do setor amadurecer o debate sobre EPS nos colchões P oucos temas despertam discussões tão intensas na indústria colchoeira quanto o uso do poliestireno expandido, popularmente conhecido como isopor. Presente em diferentes segmentos industriais e amplamente utilizado em aplicações estruturais, o material também encontrou espaço no setor de colchões, especialmente em produtos desenvolvidos para determinadas faixas de mercado. Ao longo dos anos, porém, o tema passou a ser tratado quase sempre sob uma lógica de confronto. De um lado, fabricantes que defendem o uso do material como Mais do que discutir materiais, a indústria colchoeira precisa avançar na construção de critérios técnicos, transparência e desempenho de longo prazo. O uso do EPS expandido divide opiniões há anos, mas especialistas concordam em um ponto: o consumidor precisa compreender melhor o que está comprando solução estrutural viável, regulamentada e economicamente eficiente. De outro, empresas que preferem trabalhar exclusivamente com espumas e outros componentes, argumentando que determinadas características de conforto e desempenho podem ser melhor atendidas por essas alternativas. O problema é que, em muitos momentos, o debate se afasta daquilo que realmente importa. A pergunta central talvez não devesse ser se um colchão possui ou não EPS. A pergunta correta é: como cada material contribui para o desempenho final do produto?
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