Móveis de Valor - Edição 261

90 moveisdevalor.com.br BED REPORT A indústria brasileira de colchões enfrenta uma combinação difícil: produzir ficou mais caro, enquanto a disputa pelo consumidor se intensificou. Entre janeiro e agosto de 2026, o custo de produção de colchões de molas e de espuma flexível de poliuretano aumentou, em média, 21,43% nas empresas pesquisadas pelo Observatório do Colchão. No mesmo período, o Brasil importou 297 mil colchões, somando US$ 18,4 milhões. Segundo levantamento com dados do Comex Stat, foram altas de 125% em unidades e de 92% em valor na comparação com os primeiros oito meses de 2025. A China respondeu por 97% das unidades e 93% do valor importado. Para quem fabrica no país, esses movimentos tornam mais difícil fechar a conta. O aumento dos custos reduz a margem de cada venda, enquanto a concorrência limita o espaço para recuperá-la. Nas linhas de entrada, em que pequenas diferenças de preço podem decidir um pedido, essa pressão é particularmente forte. MATÉRIAS-PRIMAS PRESSIONAM OS CUSTOS Parte do problema começa nas matérias-priCustos e importações ampliam pressão sobre as indústrias de colchões Insumos encarecem até 22%, enquanto importações de colchões avançam 125% em unidades no ano. Para quem fabrica no país, esses movimentos tornam mais difícil fechar a conta

RkJQdWJsaXNoZXIy MzE5MzYz