Móveis de Valor - Edição 256

15 moveisdevalor.com.br midor brasileiro. O mesmo ocorre com determinadas espumas com controle térmico avançado, que ainda precisam de maior evangelização no ponto de venda. Em contrapartida, materiais com apelo sustentável mostram crescimento consistente. Espumas com base biológica, como poliol derivado de soja, e o reaproveitamento de resíduos plásticos, como garrafas PET, ganham relevância. O látex natural também avança, impulsionado por um consumidor mais atento à origem dos materiais e ao impacto ambiental. Nos tecidos, a evolução é rápida. Produtos com propriedades de dissipação de calor seguem liderando a preferência, enquanto opções naturais, como linho e algodão orgânico, começam a ganhar tração, especialmente em faixas mais altas de mercado. A sustentabilidade, aliás, deixou de ser diferencial e passa a integrar a lógica de desenvolvimento. A cadeia avança em soluções que favorecem a circularidade, com colas compatíveis com reciclagem, tecidos de fio único, materiais reciclados e reaproveitamento de resíduos em aplicações de maior valor. C-CORE É DISRUPTIVO Entre todas as inovações recentes, poucas têm potencial tão transformador quanto o C-Core. A estrutura tridimensional em polietileno de alta densidade propõe uma ruptura relevante ao substituir a espuma de poliuretano em diversas aplicações. Originalmente desenvolvida no Japão para uso hospitalar, a tecnologia combina ventilação, resistência e higiene, dificultando a proliferação de microrganismos. Sua aplicação se expandiu para

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